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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Doping!


Um assunto que nunca sai de mídia é o doping, entre os lutadores este é um assunto tanto quanto polêmico. Se alguns acreditam que doping é trapaça e que ajuda a ganhar, uma outra parte vê o uso das drogas prejudicial ao treinamento, já que a maior parte dos lutadores pegos no exame perderam a luta, e que não é algo somente físico, atrapalham mentalmente também.
Um dos pontos principais de toda polêmica é qual substância deve ser consideradas doping. Sendo muito criticado por seu próximo oponente, Vitor Belfort faz uso de TRT, que é um tratamento de reposição de testosterona, que se não usados para uma sanar deficiência do esteroide pode dar aquela ajudinha na hora da luta, mesmo que controlado. E como é um tratamento, é liberado no antidoping. Mas peraí, se a questão é saúde, por que Matt Ridlle foi demitido do UFC, pelo uso de maconha, já que a erva tinha sido prescrita por seu médico como tratamento para sua doença? Mesmo em taxas normais, o exame antidoping não o liberou.
E pra quem acha que o antidoping não dá em nada, tá muito enganado. As punições são bem rígidas, podendo ser suspenso por meses de luta, perder bônus ganhos na luta feita dopado e algumas vezes até demissão é válido. Mas se engana também quem acha que o exame tem 100% de eficiência. Existem alguns espertinhos que conseguem ser liberados mesmo fazendo o uso. A famosa trapaça! Existem drogas que saem do corpo com menos de uma semana, enquanto outas demoram meses, sabendo disso, os lutadores fazem ciclos, sabendo quando deve parar com o uso da droga. Já tiveram casos de atletas usarem pênis falso com urina de outra pessoa que não use nada só para não ser pego. Mas vale lembrar que não é uma maioria que faz isso, então nada de generalizações do esporte..
As drogas mais apontadas no antidoping são os anabolizantes boldenona, drostanolona e nandrolona. Sinceramente, não vejo utilidade nenhuma em uso de anabolizantes. Além de dar 'peitinhos' e deixar brocha, faz com que o nome do esporte seja manchado por alguns que não tem culhões o suficiente pra ganhar por mérito próprio.

sábado, 12 de março de 2011

UFC compra Strikeforce

StrikeforceA Zuffa andou mais um passo rumo ao controle máximo do mundo do MMA. A empresa, que comanda o Ultimate Fighting Championship e seus produtos paralelos, como o reality show The Ultimate Fighter, comprou o Strikeforce, maior rival nos Estados Unidos, conforme anunciou hoje o presidente do UFC, Dana White, em entrevista ao site MMA Fighting.
 “Estamos crescendo em todo o mundo e precisamos de mais lutas. Vamos admitir: o Strikeforce é uma marca que os fãs começaram a gostar e seguir, então fez sentido para nós. Nosso trabalho é colocar as lutas que os fãs querem ver”, disse o presidente do UFC, anunciando a maior negociação da organização desde as compras do Pride e WEC.
 Na entrevista, o cartola afirmou que a compra do evento rival não significa que suas maiores estrelas, como Overeem, Fedor, Werdum, Pezão, Nick Diaz, Henderson e Gilbert Melendez, entre outros, sejam agora lutadores do UFC. “Eles têm um contrato a cumprir”, disse Dana, afirmando, porém, que lutadores do Ultimate podem aparecer em algum card do Strikeforce.

Entrevista de Dana White
 - A negociação durou um ano? Meses? Foi rápida?
Não, não... Não durou todo esse tempo.

 - Como foi a negociação?
(Dana enrola e não fala) Depois resopnde: foram apenas negócios. Não é diferente de comprar uma casa ou coisa do tipo.

 - Você já emitiu opiniões desfavoráveis ao SF. Agora vocês compraram o evento...
Olha, o UFC não é só meu. São 3 partes: eu, Lorenzo e Frank. Na verdade também tem Abu Dabi. Foi uma questão de negócios.

 - Por que compraram?
Foi apenas uma questão de negócios. Mas basicamente precisamos de mais e mais lutadores. Queremos fazer mais lutas.

 - O que pretendem fazer?
Primeiro vamos agregar alguns valores, coisas do show. Fazemos isso há 10 anos e acho que temos algo a acrescentar.

 - Vamos ver então os lutadores do SF no UFC?
Não, existem contratos para ser cumpridos. E se tem uma coisa que fazemos é cumprir contratos. Esses caras vão seguir lutando no SF e no Showtime. Existe uma relação entre o Scott Coker e a Shotime. E ele vai continuar cuidando disso.

 - Existem algumas polêmicas entre você a M-1 e algumas pessoas que estão no SF, como vai ser solucionado isso?
Sim, existem. Algumas pessoas do lado de lá não gostam de mim. Uma coisa no entanto ninguém pode falar. Não importa qual seja a opinião deles. Ninguém pode falar que não cumprimos contratos. O importante é que cumprimos contratos. Fedor é uma lutador do SF e da Shotime. E vai continuar lutando no SF. Dan Henderson também.

 - Vocês vão fazer uma "espécie" de Super Bowl?
Olha, quando eu digo que foi uma questão de negócios, estou dizendo que não vamos haver super lutas. Não vai haver copromoção. As coisas são separadas.

 - Vocês vão levar o pessoal do UFC para administrar o SF? O pessoal de lá vai manter os empregos ou vocês vão levar o matchmaker, etc?
Scott Coker cuida muito bem disso. Ele faz um grande trabalho. Scott Coker vai continuar "gerindo" SF com o seu pessoal. Nós podemos ajudar, ajudar a crescer, ajudar internacionalmente. Definitivamente podemos. Podemos usar nosso conhecimento, nossa experiência.

 - Quanto pagaram pelo SF?
Hummmm. Não posso falar! HAHAHA.

 - Foi um bom negócio?
Claro. Quando você me viu fazer um mal negócio?!

 - Comparando com a negociação do Pride. Em qual você pagou mais?
Boa pergunta. Mas eu não quero responder... rs

 - Qual foi o grande negócio na história desse esporte? Por que o SF estava crescendo nos EUA e o Pride estava em queda...
Foi o do Pride. Olha, o UFC é a maior organização. Temos planos para globalizar este esporte. Vamos para China, Coréia, Japão, Índia.. Todos esses lugares. Queremos fazer isso globalmente e queremos que este seja o maior esporte.

 - Por quanto tempo vai durar o acordo entre SF e Shotime?
Não tenho na minha ideia, mas acho que será em torno de 2 anos. Os contratos têm que expirar. É um negócio como qualquer outro. Eu vou continuar querendo um talento do SF, assim como o Scott vai buscar aqueles que o SF precisa.

 - Tem alguns lutadores como Josh Barnett, Paul Daley, Ken Shamrock, como eles vão ficar?
Risadas... São todos meus amigos, todos meus "brothers". Josh B. tem um acordo com SF e o Scott cuida de tudo. Continua do mesmo jeito.

 - O que você achava do SF quando assistia na TV?
O que eu achava... Para ser sincero, eu assisti apenas algumas vezes. Mas não importa o que eu acho. O que importa é que existem fãs que gostavam do projeto. Que se divertem.

 - Como vai ficar a questão de ter duas marcas. O nome SF não tem o mesmo impacto que a marca UFC. Vai ser como ocorreu com o WEC há um tempo atrás?
A razão para que nós agregássemos o WEC é que precisávamos das categorias mais leves. Fazia sentido aqueles caras irem para o UFC.

 - Nós já falamos sobre as lutas femininas. Você disse que jamais faria. Obviamente existem lutas femininas no SF. Como vai ficar?
Normal. Scott Coker vai continuar cuidando de tudo.

 - É uma chance das lutas femininas provarem que podem estar no UFC?
Meu grande problema com as lutas femininas é que não existem lutadoras realmente boas para criar categorias. Elas podem fazer grandes lutas? Sim, claro... Mas não é o suficiente para criar uma divisão (categoria) inteira...

 - Nós vamos ver Dana White nos eventos do SF?
Provavelmente não. Como eu já falei algumas vezes... Eu não quero que ninguém lá se sinta desconfortável. É o negócio do Scott. Ele toca o show. Então segue tudo normalmente.

 - Talvez não você, mas Joe Silva, Lorenzo?
Sim, claro. Vocês verão alguns deles lá...

 - Qual foi a reação do Scott Coker quando da abordagem? Por que você falava que eles podiam fazer alguns eventos mas jamais competir com o UFC...
É, somos um pouco agressivos, concordo com isso (sorriso no rosto...) Esses caras fazem lutas há alguns anos... Então, se há uma oportunidade como esta, por que não fazer negócio?

 - A principal motivação para a compra foi eliminar competição, trazer os talentos... Qual realmente foi o motivo?
Bem, você sabe qual é o nosso objetivo. 
Todos sabem... 1) nós somos a maior companhia. 2)crescer para outros países, 3) eu venho dizendo isso há um ano e meio, nós precisamos de mais lutas, nós precisamos de mais lutadores! Foram os mesmos motivos da compra do Pride.

 - Como vai ser agora, SF vai para LAS VEGAS?
Sabe, o SF pode ir a qualquer lugar... SF pode ir para o Canadá...

 - Ainda soa muito estranho ouvir você falando do SF...
Essas coisas acontecem... Foi assim também quando compramos o Pride, WEC... enfim. Agora nós temos duas empresas para trabalhar.

 - Então é isso, os lutadores seguirão em empresas separadas?
Não. Nem todos. Alguns podem ir para o UFC, como já acontecia antes...

 - Então você não vai falar US$250 mil é muito para o Dan Henderson, Paul Daley tem que cair fora?
Eu continuo não gostando do que ele fez. Paul Daley nunca voltará para o UFC. Mas ele tem contrato com o Coker, então é assim que segue. Da mesma forma com o Dan H.

 - E se tiver alguém livre. Suponha que Josh B. esteja livre, você pode colocá-lo no SF?
Isso é com Scott... Isso é com Scott. Ele comanda o SF e vai continuar no comando.

 - Inacreditável... Algo mais?
Não! Acho que não...

Fonte: MMA Mania

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

A força do Jiu-Jitsu no Strikeforce

Roger finaliza Randleman. Foto: Esther Lin
     O Strikeforce se firmou como uma das grandes organizações do MMA mundial, com edições ao vivo pelo canal CBS e com a contratação de grandes astros. Entretanto, o evento é um atrativo a parte para os fãs do bom Jiu-Jitsu. Hoje, o Strikeforce reúne muitos dos maiores campeões da arte suave, além de outros lutadores talentosos, faixas-pretas que usam bem a modalidade dentro do cercado.
     Se a família Gracie tem importante papel na consolidação do Jiu-Jitsu e do MMA, seu atual maior campeão combate no cage do Strikeforce. Primeiro tricampeão mundial absoluto e maior vencedor em competições da arte suave, Roger Gracie, com três vitórias por finalização no vale-tudo, estreou no evento contra Kevin Randleman e apertou com um mata-leão.
     Bicampeão mundial absoluto, Ronaldo Jacaré é o atual campeão peso médio da organização. Outros campeões mundiais na faixa-preta que se apresentam no evento são Fabrício Werdum, que usou o Jiu-Jitsu para finalizar ninguém menos que Fedor Emelianenko; Vitor Ribeiro “Shaolin”, que combate no dia 19 de novembro; e André Galvão, que já conta com dois triunfos na organização. Por fim, o campeão meio-pesado Rafael Feijão também é faixa-preta, assim como o ex-campeão Renato Babalu.
     Saindo dos lutadores brasileiros, Shinya Aoki é mais um faixa-preta que costuma usar bem a arte suave nas lutas e se apresenta no Strikeforce, além do campeão meio-médio Nick Diaz, aluno de Cesar Gracie, que encara KJ Noons no próximo dia 8.

           Fonte: GracieMag

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Strikeforce: campeã de GP fica em segundo na fila pelo cinturão

    O Strikeforce é a organização que conta com as melhores lutadoras do MMA mundial. No dia 13 de agosto, em Phoenix, o evento realiza um torneio inédito. Estão escaladas para o desafio Miesha Tate, Carina Damm, Hitomi Akano e Maiju Kujala. 
    A vencedora fica em segundo lugar na fila pelo cinturão da categoria meio médio. A divisão vai ter uma disputa de título nesta sexta-feira, quando Sarah Kaufman encara Roxanne Modafferi. A vencedora dessa disputa ainda enfrenta Marloes Coenen e, quem se sair melhor, encara a campeã do torneio. 
    As disputas femininas iniciam a transmissão do evento, no dia 13 de agosto, com as semifinais do torneio. A grande decisão ocorre logo após a principal luta da noite, entre Joe Riggs e Louis Taylor. Presidente do Strikeforce, Scott Coker está confiante no sucesso. 
    “Vamos dar uma acelerada na carreira dessas quatro promessas talentosas para determinar quem é a melhor nessa categoria feminina espinhosa. Fazer todas as quatro se enfrentar numa noite só para se distinguir do resto é a proposta de Strikeforce Challengers”, diz


Fonte: GracieMag